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quinta-feira, 5 de março de 2009

Vanilla Ice sente muito

Depois de um longo e tenebroso inverno sem mencionar nosso muso Vanilla Ice, cá está ele. Eu sei que vocês sentiram tanta falta quanto eu, portanto vos trago esta obra-prima. Devo admitir que me emocionei profundamente quando assisti esse vídeo, nem pude acreditar no que estava vendo. Que homem correto e íntegro. Tô quase chorando aqui, gente.
É do site Right Music Wrongs, que tem como objetivo apontar e corrigir os erros da música. Vanilla Ice sendo um deles. Sensacional.



"Em 1989, Robert Van Winkle lançou um B-side que ele escreveu quando tinha apenas 16 anos. Acabou sendo o álbum de rap mais vendido de todos os tempos. A música era 'Ice Ice Baby'. 20 anos depois ele tem algo a dizer"
"Sinto muito. Mesmo que 'Ice Ice Baby' tenha vendido mais de 40 milhões de cópias em todo o mundo, eu não tenho desculpas. Aqui é Rob Van Winkle, vocês devem me conhecer melhor como Vanilla Ice. Me desculpem pelos penteados, calças baggy, os escândalos, as mentiras, as gangues. E me desculpem pela música. Eu era jovem, manipulado e eu era um marionete."
As pessoas se sujeitam a cada coisa, não? Pelo menos ele tem senso de humor suficiente pra rir de si mesmo. Assim que se faz Sr. Van Winkle. Ai, como isso é divertido!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Madonna, cubra sua virilha.

Vamos, unam-se a mim na campanha "Madonna, cubra sua virilha".


Por favor, me ajudem. Um dia a gente tem que conseguir fazer essa mulher parar com isso.
Tá, querida, você é sarada, forte, máscula. Mas chega, cara.
Não é bonito, não é legal, não é agradável.
Eu vejo mais a virilha dessa senhora do que a minha.
Acho bem deselegante.

sábado, 27 de setembro de 2008

Os 500 melhores álbuns da história

Tá que é velha (de 2003), mas a Rolling Stone tem uma lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos. Tem os discos mais clássicos da história e, não por coincidência, os Beatles aparecem 4 vezes só nos 10 primeiros.
Vale a pena checar, a lista é bem certeira. Tem uns ou outros que eu não conheço, uns ou outros que eu discordo e uns ou outros que faltaram, mas isso já é opinião própria. Vamos combinar que 500 álbuns é coisa pra dedéu e é mais que óbvio que em algum momento o gosto pessoal ia falar mais alto, mas o resumo da ópera é mais do que correto.
Adorei, Brasil.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Lembra das fitas K7?

Pois é, aparentemente alguém lembrou e, nostalgicamente, resolveu criar fitinhas pela internet.
Você se cadastra, seleciona as músicas, escolhe uma "capa" e voilá! Você tem a sua própria fita.
Essa é a minha, bem aleatória, do Mixwit.

Mixwit

Divirtam-se!

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Haha, isso é muito divertido

Olha que fino, achei essa brincadeirinha em uma dessas de minhas andanças aí por esse mundo estranho que chamamos de internet. E achei muito divertido! Chama-se Seu Primeiro Disco e funciona assim:
1) acesse http://en.wikipedia.org/wiki/Special:Random - o título da primeira página aleatória que aparecer será o nome da sua banda.
2) vá pra http://www.quotationspage.com/random.php3 - as últimas quatro palavras da última frase da página formarão o título do seu disco.
3) acesse http://www.flickr.com/explore/interesting/7days/ - a terceira foto, não importa qual seja, será a capa do seu disco.
Vamos ao meu (primeiro, já que obviamente eu não me contentei em fazer um só):



Gostei tanto dessa falta do que fazer que talvez eu até poste outros discos!

domingo, 25 de maio de 2008

De volta aos trabalhos!

Fluxograma dos anos 90

Ninguém bate Mc Hammer e Vanilla Ice. Muito menos juntos.


xkcd

sábado, 17 de maio de 2008

Baby, don't forget my number

Pois então, não é que eu lembrei da existência de Milli Vanilli? Vocês lembram deles, com certeza:


Ahá! Sim, eram aqueles que dublavam as músicas e que tiveram que devolver o Grammy e tudo quando descobriram que era tudo mentira. O mundo inteiro ficou chocado.
Gente, por Jeová, os dois eram alemães. Quando davam entrevistas (além das vozes serem claramente diferentes das vozes nas músicas) falavam com um sotaque carregadíssimo que simplesmente sumia quando eles cantavam, e todo munda achava perfeitamente normal. Tá.
Enfim, lembrei deles e fui feliz assisti-los no youtube.
Não me arrependi.
Não tenho nem palavras para descrever o que eu senti naquele momento. O clipe inteiro é um piada gigante! Nem sei qual parte sacanear!
Para dividir meu momento de alegria com vocês, tá aí:



S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L.

Para quem quiser saber o resto da triste história depois do fim da dupla, artigo na Wikipedia aqui.

P.S.: Escolham a parte que mais os agradar e dêem aquela homenageada básica no comentário.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Microsoft Word = Muito aleatório

O que me impressiona no Microsoft Word é que ele é bem estranho. Ele corrige o que não tem que corrigir e quando você já digita errado - sem acento, invertido, em minúscula - contando que ele vá desfazer sua cagada, ele simplesmente ignora. Tipo vontade própria, sabe?
Ontem estava eu, linda, loira e japonesa, digitando no Word, quando em dado momento digitei vairavel em vez de variável. E veja o que o Word me mostrou:


O charme está nos detalhes:


Vai Ravel? Vai Ravel?
De onde eles tiram essas coisas?
Depois disso abri o iTunes e fui ouvir Bolero.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Estilo "Loira do Banheiro"

Foi só chamar três vezes que ele apareceu.


Nosso muso Vanilla Ice, perdão, Robert Van Winkle foi preso ontem na Flórida (e liberado hoje) por descer o cacete na mulher. Não foi a primeira vez aliás.
Não desconte suas frustrações na primeira-dama, benzinho. A culpa do seu fracasso não é dela. Actually, é toda sua. Mas relaxa que a gente não te abandona, não. A gente não te esquece. Nunca.

Beijomeliga, Ice.

domingo, 6 de abril de 2008

Too cold, too cold

Eu quero um boneco do Vanilla Ice. Não, não quero uma Barbie. Não, não quero uma Suzie. Não, não quero um boneco inflável. Quero um boneco do Vanilla Ice.



Um de cada. Olha só isso, gente! Olha essa roupinha. Olha o microfone. É mais que sensacional!
Uh! Será que são daqueles "Aperte minha minha barriguinha que eu dou um arrotinho e canto uma musiquinha"? Os arrotos iam ser super variados, já a música...
Não me chamem de ridícula por isso. Não me interessa se ele era pseudo-thug. Não me interessa se ele tinha um topete ridículo. Não me interessa se ele gravou outro cd e o único hit foi uma regravação de "Ice, Ice Baby". O que me interessa é ter um boneco desses.
E não faz essa cara. Eu sei que você também quer.

P.S.: Escrevi esse texto ouvindo a regravação de "Ice, Ice Baby".
P.S.2 (Momento admitindo o erro): Eu sei a coreografia de "Ice, Ice Baby". Sim, eu sei. Não sei qual é o maior erro, ainda lembrar ou ter aprendido em primeiro lugar.
P.S. do P.S.: Não o chame mais de Vanilla Ice. Ele fica chateado. E muito. Agora é Rob Van Winkle, e ele agora é muito hardcore underground.
Mas, assim, cá entre nós, Winkle? É sério isso? Não, falando sério agora. Winkle? Isso é sobrenome que se apresente? Tava na cara que nunca ia fazer sucesso como mothafuckin' nigga.
Há. Winkle...

(visto no papelpop.com)

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Sinto que tenho coisas a escrever

23:44. Sinto calor. Escuto John Mayer no meu IPod. Olho para "Selected Tales" de Edgar Allan Poe, que jaz fechado ao meu lado, pensando se continuo a leitura de "Ligeia" agora ou amanhã. Procuro o lápis para escrever meus pensamentos que insistem em escapar. Diabos, cadê? Acabei de guardar! Terminei um texto, guardei na mochila, tomei banho e agora cadê? Como some assim tão rápido? Ah, como sempre, mais perto do que a gente imagina, sempre no lugar mais fácil, aquele que a gente cisma em ignorar. Nesse caso (em um local nada óbvio) do lado do zíper. Vocês não vão acreditar, mas eu acho que está exatamente onde eu tinha deixado. Assustador. Quase o enredo de um episódio de "Além da Imaginação".
Nossa, John Mayer se transformou em Massive Attack e eu nem tinha percebido. Estava realmente bem concentrada em achar o lápis que insiste em me abandonar. Agora sim. Achei o infeliz, vamos ao que interessa. Mas então, onde estávamos, hein, pensamentos? Fugiram de novo? Mas eu tinha tanto a dizer! Tudo bem, não vou me martirizar. Guardo o lápis, amanhã eu o procuro de novo para escrever mais pensamentos fujões. "Ligeia" vai ficar para amanhã. Vou ter muito tempo para a leitura enquanto tento lembrar o que ia escrever.

sábado, 5 de janeiro de 2008

Vou começar a ouvir música francesa

Agradeço desde já ao meu querido amigo-irmão Breno pela inspiração que meu deu para este post. Chegou de uma viagem à Zoropa e dividiu comigo as histórias mais hilárias possíveis e uma delas me trouxe até aqui. O digníssimo me mostrou um clipe de uma música francesa mais que demais, magnifique para dizer a verdade. Parle à ma main (Fala com a minha mão) é o nome dessa obra-prima. Excelente também é o nome do intérprete: Fatal Bazooka. Ele e uma tal de Yelle. Aliás, o rapaz faz uma atuação brilhante no clipe. A música é em francês mas que se exploda, é engraçada mesmo assim. Adorei.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Isso me lembra um outro post...

Voltando ao assunto "pessoas estranhas de nações estrangeiras que tocam músicas loucas", outro dia estava eu, linda, loira e japonesa assistindo um programa que não me lembro qual é e me assutei. Bastante. Vi uma reportagem na qual apareciam moçoilas nipônicas que gravaram um cd (e o pior, que vende) de coco, música pernambucana. Ora , por que não? Japonesas cantando músicas pernambucanas, super normal. Acontece todo dia. Admito que demorei um pouco para perceber se elas cantavam em português ou em japonês, mas quando uma delas disse que "apendeu potuguês quando visitô penambuco, né?" foi que eu, com admiração, disse: "Jesus Santíssimo!!! É a continuação do samba finlandês!!! Qual vai ser a próxima? Forró russo? Sertanejo senegalês? Frevo escadinavo?"
Obviamente, o samba finlandês me assustou mais. Preciso admitir que ainda hoje essa história me assombra. Foi um choque muito grande e acho que talvez eu nunca me recupere.
Mas japonesas descalças,de saia de chita foi um exagero também.
Jesus.

domingo, 9 de setembro de 2007

Pavooooooooooor!!!!

Num momento "ler um livro de poesias barrocas, com versos brancos e rimas ricas, hedonistas/dadaístas nipo-bielorussas do séc. IX seria menos tedioso do que estou fazendo agora", descobri que na Finlândia, terra das renas, do Papai Noel, do Kimi Räikkönen e de frio de -30ºC, existe um festival de samba. Sim, samba. Cuíca, surdo, alegorias, mulatas. S-a-m-b-a.
Pensei, meio aterrorizada, cá com meus botões: "Senhor Jesus Santíssimo, que medo. Me-do. Pavor. Qual seria a explicação para isso? Por que alguém faria uma coisa dessas? Fujam, fujam para as montanhas! É o Apocalipse!". Quase infartei. Quase tive um AVC. Quase tive um aneurisma. E então comecei a rir. A rir muito. A rir desesperadamente. Perdi o fôlego. E, obviamente, mandei o link para a Luana. A Luana então começou a rir. A rir muito. A rir desesperadamente.
Mas o medo, o medo continua. As gargalhadas devem ter sido de desespero. Acredito que, a qualquer momento, um loiro de 1,97m, vestido de baiana, vai entrar no meu quarto, cômodo adentro cantando os seguintes versos: "Sambaajat eivät rauhoitu kesälläkään, päin vastoin: töiden helpottaessa jää enemmän aikaa jammailulle. Tänä kesänä brassitunnelmiin voi sukeltaa useilla eri festareilla ympäri Suomen! Upa lalá"

Para quem não acredita:
http://www.samba.fi/

Quero ver vocês dormirem depois dessa.