terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Rewind
Ao longo da minha vida, algumas vezes me disseram que eu faço o que eu quero, sem muito me preocupar com os outros ou com a opinião dos mesmos. Fazendo uma leve retrospectiva, é verdade. Fiz o que quis, falei o que quis e agi como quis grande parte da minha vida. Assumi as responsabilidades dos meus atos todas as vezes também. Porque, obviamente, ninguém sai por aí fazendo o que quer e em momento nenhum é cobrado pelas conseqüências do que faz. Quando me importei, ou acreditei estar errada, fui lá e tentei ajustar as coisas, do contrário, vida que segue e aos que doeram, enfim, só tenho a lamentar.
Largando assim parece que eu sou de uma tremenda escrotice. Não é bem assim, eu não saio por aí cagando a vida de todo mundo só pra me fazer feliz. Eu tenho juízo, respeito as pessoas, sigo as leis e pretendo um dia pagar meus impostos, só não deixo de fazer as coisas porque os outros vão pensar assim ou assado de mim.
Aí rolou essa introdução toda pra que? Pra contar que esse ano cagou toda a minha expectativa de continuar levando a minha vida numa boa.
No início de Julho desse ano, eu tinha altas expectativas, momentos decisivos, mas as coisas não saíram exatamente como o esperado. Porém, o que me conforta é que apesar do ano ruim, eu tive minhas conquistas ao longo da minha vida. Eu fiz o que eu quis inúmeras vezes, o que me deixa um pouco mais tranqüila por não estar fazendo agora exatamente o que eu queria.
Mas, qual é a importância disso pra quem tá lendo esse post? Na verdade, verdade mesmo, nenhuma. No entanto, esse foi o primeiro ano que eu achei válida uma retrospectiva. E queria poder ler isso em 2010, quando creio eu, estarei muito melhor. E se é que não ficou claro, não, nunca me arrependi de absolutamente nada que fiz. Sim, eu magoei algumas pessoas e pra isso serve o “Desculpas, aí.”, eu ultrapassei alguns limites, mas aprendi com cada cagada e no fim é isso, eu não tô com tudo tudo que eu queria na mão e muitas vezes não sei lidar com isso, mas do meu jeitinho eu continuo fazendo a vida me divertir.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Ladies and gentleman, start your engines!
É, gente, isso existe, isso é possível. Não é porque eu tenho dois ovários, um útero e uma vagina que é humanamente impossível que eu goste de automobilismo. Aliás, conheço algumas outras moças que gostam também, não é tão incomum assim. Até onde eu sei estrogênio não repele octanos.
Já ouvi comentários do tipo: “Ah, você gosta de carro, é? Você é lésbica?” ou “Hm, você gosta de Formula 1 por causa do esporte em si ou dos pilotos?”. Admito que os pilotos são sim extremamente agradáveis, mas na hora da corrida eles estão de macacão, luvas e capacete. Isso é o equivalente a uma burca, não dá para ver nada. Então, digamos que os atributos dos pilotos são um plus. Um plus deveras aprazível, mas plus de qualquer forma.
Eu assisto Formula 1 desde criança. Coisa de família, sabe? Acho que era comum as famílias se juntarem domingo de manhã para assistir às corridas, lá em casa era assim. Até o Senna morrer. Eu tenho total entendimento que muita gente parou de assistir depois do fatídico 1º de maio de 1994, que todo brasileiro queria esquecer. Sempre ouço: “Formula 1 depois que o Senna morreu perdeu toda a graça”. Isso quer dizer que muita gente que tem seus vinte e poucos anos não cresceu assistindo Formula 1, porque era criança quando isso aconteceu e as famílias perderam o hábito. Acontece que eu perseverei. Não sei por que, mas eu sempre gostei. Claro, não tinha uma síncope se deixasse de assistir tal ou tal corrida, mas gostava. Com o passar dos anos, fui passando de fã a viciada. Hoje em dia eu tenho depressão pós-temporada, acordo às 2hs da manhã pra assistir GP do Japão, grito com o Galvão Bueno durante as corridas, discuto calorosamente em mesas de bar com homens duas vezes maiores que eu sobre como o Webber é melhor que o Vettel e digo para quem quiser escutar que acho sinceramente que ainda vamos ouvir muito o nome do Rosberg (do filho, Nico. Do Keke a gente já ouviu).
Tudo que eu sei é: o barulho dos motores me arrebata, a velocidade me hipnotiza, a adrenalina dispara quando as luzes vermelhas se apagam, e, vá lá, eu fico sim encantada pelos pilotos. Por alguns deles eu fico até bastante encantada.
E eu sou feliz assim. Eu sou uma moça e amo Formula 1.
domingo, 12 de julho de 2009
Miscelânea de personalidades
Sou Alexis Zorba: Alegre, festivo, apaixonado pelo sexo oposto.
Sou Bridget Jones: Paranóica, ridícula, derrotada.
Sou Fernão Capelo Gaivota: Sonhador, decidido, pária.
Sou Randle McMurphy: Problemático, violento, verdadeiro.
Sou Lestat de Lioncourt: Confuso, perdido, maldoso.
Sou Frankenstein: Uma mistura de muitos outros.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Vamos brincar de ler?
Henry James - A Herdeira
Agnès Humbert - Resistência
Frank Wynne - Eu fui Vermeer
Richaqrd Wiseman - Esquisitologia
Raymond Radiguet - O Diabo no corpo
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Atéia, graças a Deus!
Estou me sentindo mais atéia do que nunca.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Escritos
Quem escreve sabe a satisfação que isso traz. A sensação de leveza, de alívio, como se você estivesse gritando para o mundo todos os seus problemas. Mesmo quando você escreve algo e guarda, ou simplesmente amassa e joga fora, mesmo que só você leia, o sentimento não tem preço. Sentir-se bem é só o que interessa.
Não há nada que se compare a escrever.
sábado, 27 de setembro de 2008
Os 500 melhores álbuns da história
Vale a pena checar, a lista é bem certeira. Tem uns ou outros que eu não conheço, uns ou outros que eu discordo e uns ou outros que faltaram, mas isso já é opinião própria. Vamos combinar que 500 álbuns é coisa pra dedéu e é mais que óbvio que em algum momento o gosto pessoal ia falar mais alto, mas o resumo da ópera é mais do que correto.
Adorei, Brasil.
sábado, 20 de setembro de 2008
Louboutin é vida
Para as moças que lêem essa joça: Preparem-se.
Estava eu ontem, linda, loira e alta, gastando tempo na internet quando, sabe Deus como, cheguei no ShopStyle. Mais especificamente no tag Louboutin do ShopStyle. E enlouqueci.
Os sapatos desse homem são simplesmente os mais lindos do mundo. Ponto final.
Eu e mamãe estavamos quase enfartando na frente do computador (Claro que ela viu de longe e se chegou, né? Mamãe é sagaz).
Mas devo admitir. Não sei porque eu faço isso comigo mesma. Passei mal vendo aquilo, gente. É auto-flagelação!
P.S.: Eu ia postar aqui uma montagem com várias fotos dos sapatos que mais me agradam, mas depois de séculos fazendo, na hora de salvar, com tudo pronto, o photoshop resolveu me zoar e fechou sozinho, então, dêem-se por satisfeitas com as fotos do site.
domingo, 14 de setembro de 2008
O mundo dá voltas
Todo mundo tem uma pessoa assim na vida, não? Sempre tem um que você jura que nunca mais vai ver, falar, tocar, mas toda vez que vê... Chega a ser meio inexplicável, meio surreal. Vai contra toda a lógica. Você se imagina um ser humano preparado para todas as situações, na sua cabeça tá tudo pronto, certo, roteirizado. Mas a vida prega peças. E você de repente se vê desprevenido, sem saber exatamente o que fazer, mas faz mesmo assim, sem saber se é o certo ou o errado. E depois se pergunta: "Será que eu vou me arrepender? Será que vai ser do mesmo jeito que foi antes? Será que isso vai prestar?", mas aí já é com a vida... Aquela que te pregou a peça em primeiro lugar. Aquela que está jogando com você. E você percebe que na verdade é "Seja o que Deus quiser". Tudo acontece como tem que acontecer. Sem roteiros, sem preparos, sem rodeios.
Tudo vai seguir o rumo que tiver que seguir e não adianta tentar prever ou endireitar. Não adianta querer consertar uma coisa que não necessariamente é errada. Pode não estar dentro dos padrões que você esperava ou que você tinha estipulado, mas isso não quer dizer que seja errado.
Não adianta pensar, repensar, se censurar. Não adianta escrever textos sobre isso. Nada adianta, apenas deixar as coisas seguirem seu rumo. Nem deve ser tão importante assim. Não deve valer tanto a pena. Esquecer esses acontecimentos é o melhor que se tem a fazer. É estranho? É. É inesperado? É. Vai acontecer de novo? Vai. Tenha certeza, sempre acontece.
Mas esqueça isso. Não vale pensar tanto. Não perca seu tempo, sua paciência, sua calma e paz de espírito.
Um dia vai acontecer de novo, e você vai se sentir assim novamente, então prepare-se. O mundo dá voltas. Muitas voltas.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Parabéns para nós!

Um aninho, gente! Quem diria? A gente nem viu passar! Um ano é bastante tempo, meu povo! Por mais que esse blog seja mais uma distração, nada sério, nenhum compromisso, o Jesus nos fez ver (falo por mim e pela Lu, porque tenho certeza que ela concorda) que a gente gosta muito disso. De fazer piadinhas, de falar besteira, de divertir os outros, de escrever. É isso que a gente quer fazer.
Aqui a gente já desabafou, já chorou, já riu, já fez piadinhas de humor negro, já falou mal de muita gente. Aqui a gente se diverte e é feliz.
E pensar que isso começou como uma piada interna, no 12º andar da faculdade, há um ano. Nem parece que já passou tanto tempo.
Since 2007
Um ano já foi. Que venham os próximos!
domingo, 3 de agosto de 2008
domingo, 13 de julho de 2008
O que estou lendo
Andrew Holtz - A Ciência Médica de House.
Exatamente, um livro sobre os casos, diagnósticos e tratamentos mostrados na série, e a verdade e a explicação de tudo isso.
Sim, eu sou patética. Mas quando vi esse livro, não me contive, tive que comprar. Eu absolutamente AMO House.
Já tinha ouvido falar do livro e pensei com meus botões: "Nunca conseguirei comprar! Nunca que eu vou achar esse livro!", já tinha até abstraído isso. Mas não é que eu achei? Aí não deu pra me segurar, né?
House é de Deus.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Lista de Livros pt. 2
Jô Soares - O Xangô de Baker Street
Patricia D. Cornwell - Post-Mortem
Zlata Filipovic - O Diário de Zlata
Ana Miranda - Sem Pecado
Sara Paretsky - Blacklist
Jon Evans - Blood Price
Esses dois últimos, como ficou meio óbvio, estão em inglês e até desconfio que os títulos em português possam ser a tradução literal do original, mas como não tenho certeza, não afirmo nada. Aliás, se alguém descobrir, pode me informar, viu?
terça-feira, 17 de junho de 2008
Um blog para os viciados em séries
Trata-se de um blog excelente que fala sobre todas (ou pelo menos bem perto disso) as séries que passam aqui, e que ainda tem, de quebra, uma lista de outros sites também só sobre séries.
Adorei!
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Gosto de livros
Aplaudo de pé os que nos fascinam a ponto de não querermos que acabem nunca, só para não perdermos aquela expectativa de continuar a viagem por seus parágrafos. Ovaciono aqueles que sabem nos guiar suas longas retas, mas também por suas curvas fechadas. Abro largos sorrisos quando leio um livro pelo qual me orgulho de descrever as largas avenidas e pequenas vielas de palavras que formam sonhos.
Esses livros, esses que se orgulham de ser livros, são os que nos despertam nas manhãs secas, os que nos esquentam nas tardes frias e cinzentas, os que nos põe para dormir numa noite estrelada de verão. São os companheiros ideais. São os mais belos dos livros por serem e quererem ser simplesmente belos livros.
segunda-feira, 9 de junho de 2008
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Pai de Hamilton pede desculpas por acidente

Eu não tenho nem um velotrol pra capotar e o cidadão me destrói um carro de 612cv e mais de R$1.300.000??? Tô revoltada.
Logo se vê que o talento atrás do volante não tá no sangue...
O que estou lendo
Ahá! No post do dia 19/5 (Livros que quero ler pt.1) está lá, quinto da lista, Jack London - Caninos Brancos. Acho muito fino poder riscar pelo menos um livro da lista dos que eu quero ler e, tomara, passar para a lista dos livros que eu recomendo.
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Olha essa inflação
154 dinheiros por um guarda-chuva? Dinheiros tupiniquins, ainda por cima? Nem morta, benhê. Ri da cara dos otários. Eu pago 5 reais no camelô e ainda sobra muito dinheiro para eu comprar balas Juquinha, com ou sem aumento no preço!


