Lembra do Playmobil? Claro que lembra, que tipo de pessoa não lembra? Pois então, um contador neo-zelandês que teve um revelação religiosa resolveu ensinar religião de uma forma bem lúdica. "Como?", você deve estar se perguntando. Assim. Kalman Kingsley começou a usar os bonequinhos para ensinar passagens bíblicas. O projeto se chama Playmo-bible e esse não é a única pessoa extremamente criativa que teve essa ideia. Markus Bomhard é um padre alemão que, basicamente, pensou na mesma coisa. Ele recria cenas bíblicas marcantes, como a crucificação, Adão e Eva no paraíso e Jesus na manjedoura. Está tudo nesse site aqui (em alemão, então, boa sorte). A diferença mais marcante é que o alemão precisou adaptar os bonecos para, por exemplo, cruicificar Jesus e, para tanto, teve que derreter e modá-los. O problema é que aparentemente a empresa criadora do Playmobil, Geobra Brandstätter GmbH & Co., não gostou muito da ideia, não. Alegou que os brinquedos são feitos de plásticos inflamáveis e que crianças poderia tentar fazer o mesmo, o que muito provavelmente acabaria em desatre.
Agora, o que eu não consigo é decidir se eu acho isso muito divertido ou se é a mais extrema falta do que fazer.
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Em nome do senhor!
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segunda-feira, 30 de março de 2009
Mal aê
Desculpa a falta de post, mas tá rolando um bloqueio criativo. Espero que vocês entendam e apóiem a coleguinha.
Grata,
A gerência.
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domingo, 15 de março de 2009
Helter Skelter
Então eu descobri hoje que além de ainda estar vivo (sim, eu acreditava piamente que ele já tinha morrido há tempos), Charles Manson tentou (por insignificantes onze vezes) obter liberdade condicional. E como onze vezes não é nada e ele não desiste facilmente, em 2012 ele vai tentar de novo.
Sim, ele acha que pode sair da cadeia. Não, ele ainda não percebeu que não vai dar certo.
Quando a gente acha que já viu de tudo e nada mais nos espanta...
Ei, calma aí. Não reza a lenda que o mundo acaba em 2012?
Opa.
Sim, ele acha que pode sair da cadeia. Não, ele ainda não percebeu que não vai dar certo.
Quando a gente acha que já viu de tudo e nada mais nos espanta...
Ei, calma aí. Não reza a lenda que o mundo acaba em 2012?
Opa.
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domingo, 8 de março de 2009
David after dentist
O melhor vídeo do youtube.
O mundo precisa ser testemunha disso.
ps: Séculos sem postar, e eu faço esse post de merda...
O mundo precisa ser testemunha disso.
ps: Séculos sem postar, e eu faço esse post de merda...
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quinta-feira, 5 de março de 2009
Vanilla Ice sente muito
Depois de um longo e tenebroso inverno sem mencionar nosso muso Vanilla Ice, cá está ele. Eu sei que vocês sentiram tanta falta quanto eu, portanto vos trago esta obra-prima. Devo admitir que me emocionei profundamente quando assisti esse vídeo, nem pude acreditar no que estava vendo. Que homem correto e íntegro. Tô quase chorando aqui, gente.
É do site Right Music Wrongs, que tem como objetivo apontar e corrigir os erros da música. Vanilla Ice sendo um deles. Sensacional.
"Em 1989, Robert Van Winkle lançou um B-side que ele escreveu quando tinha apenas 16 anos. Acabou sendo o álbum de rap mais vendido de todos os tempos. A música era 'Ice Ice Baby'. 20 anos depois ele tem algo a dizer"
"Sinto muito. Mesmo que 'Ice Ice Baby' tenha vendido mais de 40 milhões de cópias em todo o mundo, eu não tenho desculpas. Aqui é Rob Van Winkle, vocês devem me conhecer melhor como Vanilla Ice. Me desculpem pelos penteados, calças baggy, os escândalos, as mentiras, as gangues. E me desculpem pela música. Eu era jovem, manipulado e eu era um marionete."
As pessoas se sujeitam a cada coisa, não? Pelo menos ele tem senso de humor suficiente pra rir de si mesmo. Assim que se faz Sr. Van Winkle. Ai, como isso é divertido!
É do site Right Music Wrongs, que tem como objetivo apontar e corrigir os erros da música. Vanilla Ice sendo um deles. Sensacional.
"Em 1989, Robert Van Winkle lançou um B-side que ele escreveu quando tinha apenas 16 anos. Acabou sendo o álbum de rap mais vendido de todos os tempos. A música era 'Ice Ice Baby'. 20 anos depois ele tem algo a dizer"
"Sinto muito. Mesmo que 'Ice Ice Baby' tenha vendido mais de 40 milhões de cópias em todo o mundo, eu não tenho desculpas. Aqui é Rob Van Winkle, vocês devem me conhecer melhor como Vanilla Ice. Me desculpem pelos penteados, calças baggy, os escândalos, as mentiras, as gangues. E me desculpem pela música. Eu era jovem, manipulado e eu era um marionete."
As pessoas se sujeitam a cada coisa, não? Pelo menos ele tem senso de humor suficiente pra rir de si mesmo. Assim que se faz Sr. Van Winkle. Ai, como isso é divertido!
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domingo, 1 de março de 2009
Relógios geniais
Descobri uns relógios maravilhosos. Quero todos.
Umas ideias (agora sem acento) tão simples e tão brilhantes.
Olha só:
Whatever Wall Clock. Esse é pra quem não liga a mínima pra hora. Achei super simpático!

Dali Inspired Clock. Esse foi inspirado no famosíssimo quadro de Salvador Dalí, "A Persistência da Memória", aquele dos relógios derretendo. Se bem que nem precisa explicar, quem bate os olhos já sabe.
Umas ideias (agora sem acento) tão simples e tão brilhantes.
Olha só:
Esse é o Karlsson "Book" Table Clock. Ele já é lindo por si só, mas colocado na estante é sensacional.
Whatever Wall Clock. Esse é pra quem não liga a mínima pra hora. Achei super simpático!
Dali Inspired Clock. Esse foi inspirado no famosíssimo quadro de Salvador Dalí, "A Persistência da Memória", aquele dos relógios derretendo. Se bem que nem precisa explicar, quem bate os olhos já sabe.
O problema é que eu fico imaginando todos esses relógios espalhados pela minha casa!
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Vamos brincar de ler?
Sugestões para quem quiser bons livros:
Henry James - A Herdeira
Agnès Humbert - Resistência
Frank Wynne - Eu fui Vermeer
Richaqrd Wiseman - Esquisitologia
Raymond Radiguet - O Diabo no corpo
Henry James - A Herdeira
Agnès Humbert - Resistência
Frank Wynne - Eu fui Vermeer
Richaqrd Wiseman - Esquisitologia
Raymond Radiguet - O Diabo no corpo
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Tudo que ele quer na vida é ser feliz
Tudo que ele quer na vida é ser feliz.
Não ganha muito dinheiro com seu trabalho, mas até que gosta do que faz.
Ele tem um Opala vermelho.
Seu vizinho de cima é um careca que fuma charutos e sua vizinha de baixo é uma senhora simpática que o trata como um filho.
Tem dois melhores amigos e um colega de trabalho que não suporta.
Sonha em conhecer a Ucrânia.
Se apaixonou de verdade apenas uma vez na vida.
Já quebrou uma perna jogando futebol.
Gosta de dormir durante o dia e ficar acordado durante a noite.
Tem dois filhos, um homem e uma mulher.
Tem um cachorro que parece ser o dono da casa.
Gosta de comida mexicana.
E como acontece com todos, um dia tudo isso acabou.
Mas foi feliz. Tudo que ele queria na vida era ser feliz. E foi.
Não ganha muito dinheiro com seu trabalho, mas até que gosta do que faz.
Ele tem um Opala vermelho.
Seu vizinho de cima é um careca que fuma charutos e sua vizinha de baixo é uma senhora simpática que o trata como um filho.
Tem dois melhores amigos e um colega de trabalho que não suporta.
Sonha em conhecer a Ucrânia.
Se apaixonou de verdade apenas uma vez na vida.
Já quebrou uma perna jogando futebol.
Gosta de dormir durante o dia e ficar acordado durante a noite.
Tem dois filhos, um homem e uma mulher.
Tem um cachorro que parece ser o dono da casa.
Gosta de comida mexicana.
E como acontece com todos, um dia tudo isso acabou.
Mas foi feliz. Tudo que ele queria na vida era ser feliz. E foi.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Será?
Não sei. Não sei mesmo. É bom, é ruim? Será que dá para saber? Acho que não. Às vezes me parece bom, às vezes me parece terrível, mas fazer o quê? Não dá para fazer nada, certo? Acho que não sei o que achar. É, é isso aí. Não sei o que achar e admito. Admito que não sei. Não é tão ruim não saber. Ou será que é? Será que é ruim isso, não saber? É... Não sei também.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Distração Impressionista
O trânsito estava engarrafado, chovia, fazia frio e o ônibus estava cheio. A irritação era inevitável. Pelo menos conseguira um assento vazio, na janela. Tentava ler, em vão, uma vez que duas senhoras sentadas no banco de trás conversavam muito alto. O cansaço de um dia inteiro pesava nas costas. Parou a leitura infrutífera para olhar pela janela. Viu que a combinação das nuvens carregadas com os últimos e derradeiros raios de sol refletidos na água criava cores e tons maravilhosos. As montanhas e o mar assumiram um lindo tom de azul escuro e o céu parecia rosa em alguns pontos, laranja em outros e pontilhado de amarelo. Percebeu que parecia uma pintura impressionista, digna de um dos grandes mestres como Monet ou Degas.
A beleza e efemeridade da situação criaram uma breve distração do trânsito, da chuva, do frio, do ônibus cheio e das senhoras faladeiras. Uma breve distração.
A beleza e efemeridade da situação criaram uma breve distração do trânsito, da chuva, do frio, do ônibus cheio e das senhoras faladeiras. Uma breve distração.
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