terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Vilões

Estava pensando hoje em sobre como eu sempre prefiro os vilões dos filmes. Eles são muito mais interessantes. Os vilões, em geral, são mais inteligentes, se vestem melhor, são mais engraçados irônicos e sarcásticos. E mesmo quando não são, há um certo charme nos vilões que me conquista.
E até dá para entender o motivo de eu gostar tanto dos “Bad Guys”. Sigam minha linha de raciocínio:
Sabe aqueles clichês de filme de terror?
Clichê #1: Menina foge do vilão, tenta abrir a porta para sair de casa, mas não consegue, pois a porta está trancada. Em vez de girar a chave e destrancar a porta, a boçal vai para o único lugar do qual ela nunca vai conseguir sair sem se machucar: ela sobe as escadas e se tranca num quarto/armário/banheiro no segundo andar/terceiro andar/sótão. Morre tragicamente, na flor da idade.
Clichê #2: Menina corre do vilão pelo bosque úmido, escuro e abrumado. Por duas/três vezes ela olha para trás e vê o vilão andando, enquanto ela corre. Na terceira vez, ela olha e não o vê mais. A menina pára, ainda olhando para trás, em estado de choque. Quando se vira novamente para frente, lá está o vilão. Ela grita e tenta correr novamente, mas tropeça na raiz de uma árvore e cai no chão, gritando mais uma vez. Morre tragicamente, na flor da idade.
Clichê #3: Menino/menina sai correndo da casa/universidade/galpão abandonado no meio da floresta, fugindo do vilão. Entra no carro e, tremendo de medo, olha ofegante para o retrovisor e não vê ninguém. Tenta ligar o carro em vão, pois o carro não pega. Menino/menina olha novamente para o retrovisor e não vê ninguém. O carro finalmente funciona e menino/menina acredita estar a salvo. Em uma olhada de rotina para o retrovisor, já respirando aliviado/rindo de nervoso/tentando ligar para 911, vê o vilão se levantando no banco de trás. Morre tragicamente, na flor da idade.
É impossível assistir a algum desses filmes e não torcer pelo Freddy Krueger, Leatherface ou Jason Voorhees. Até porque, convenhamos, eles deixariam Darwin extremamente orgulhoso.
Nestes clichês, eles estão se encarregando de ajudar a evolução natural.
É ou não é muito melhor torcer pelos vilões?

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

S.O.S.

Preciso que você saiba de algumas coisas. Antes de qualquer coisa, sinto como se estivéssemos “renovando nossos votos”. Estamos realmente tentando nos reaproximar e recuperar o tempo perdido? Será que estamos fazendo tudo isso para, não sei, nos desculparmos de forma inconsciente, por coisas que não são necessariamente erradas, mas que sabemos, também não são certas?
Bem, não sei, mas o que queria dizer principalmente é: tenho usado isso a meu favor, então, por favor, colabore. Preciso que me ajude, que não se esqueça dos seus compromissos e das promessas feitas, inclusive as não-ditas. Não me faça sonhar e ignore minha empolgação.
Não diminua minhas necessidades. Existem coisas que para mim fazem muito sentido e muita falta. Talvez não para você, você tem outras coisas com as quais se preocupar, mas eu não. Sou obsessiva. Obsessiva e com muito tempo nas mãos. Portanto, mantenha sua palavra. Cumpra suas promessas. Não minta para mim. Colabore comigo. E vamos ver até que ponto vamos sem nos desculparmos.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Andar na beira do mar

Andar na beira do mar, pés encostando na água gelada, ondas indo e vindo, batendo na pele. Ficar parada onde o mar se junta à areia é divertido: se ficar tempo o suficiente na mesma posição, parece que a gente vai afundando, afundando, afundando... É uma sensação muito divertida. Traz pensamentos bons, que surgem sozinhos, sem a necessidade de a gente tentar resgatá-los. Parece uma equação: pés + (água X areia) = pensamentos bons. É automático. Lembra infância. Lembra leveza. Lembra liberdade.
Não que eu fosse uma criança que vivia na praia. Pelo contrário, aliás. Nem quando criança, nem depois de adulta. Simplesmente não sou uma pessoa de praia. Mas essa é uma sensação que até hoje eu gosto muito, mesmo que não suporte aquele ambiente (e não suporto, preciso ser honesta). É engraçado isso. Uma das coisas que eu mais detesto na praia é exatamente a areia. Principalmente quando a areia molha e gruda na pele, dá a impressão de que não sai nunca e a gente parece um bife à milanesa.
Mas, vai entender. Gosto de ficar na beira do mar, sentindo a areia escorregar por baixo dos meus pés, me trazendo lembranças boas e sensação de leveza.
Resgatando memórias, como a de andar na beira do mar.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Assim, até eu compareço à missa.

Veja bem. Essas beldades compõem o Calendário Oficial do Vaticano.
E eu achava que todos os homens bonitos estavam casados, ou eram gays... mas não minha gente. Eles estão virando padres. Que pecado!






Isso não é padre. É Deus.
Areluia irmão... haja predri, predi, pedrinhas...
beijomeligapraeumeconfessar!

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Um milhão em um

Somos todos indivíduos. Cada um de nós tem um número de identidade, CPF, título de eleitor e um endereço. Somos únicos. E, desculpe a sinceridade, isso me parece bem chato.
Não sei quanto a vocês, mas eu acredito ser mais de uma. Sou um único corpo, isso é bem verdade, mas esse corpo é um molde, creio eu. Meu molde. Uma fôrma para todos os outros tipos que posso ser, e sou.
Mudo de personalidade de um dia para o outro, às vezes sou múltiplas pessoas em um mesmo dia. Minhas várias faces se revezam. Sou louca, violenta, sarcástica, pervertida, manteiga derretida. Vou de Maria, a Louca a Madre Tereza, passando por Marquês de Sade e Jerry Seinfeld. Isso tudo em um espaço de poucas horas, veja você.
Não é tão estranho para mim, mas talvez seja para vocês. Eu estou mais que acostumada com tudo isso, para mim é a coisa mais natural do mundo. Acho que se um dia isso acabar, minha vida vai ser extremamente monótona. Há um quê de esquizofrenia nisso, mas de uma maneira saudável. Isso me encanta, de certa forma.
E, parando para pensar, acho que isso me torna única, singular. Um indivíduo, exatamente como cada um de nós deveria ser.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Madonna, cubra sua virilha.

Vamos, unam-se a mim na campanha "Madonna, cubra sua virilha".


Por favor, me ajudem. Um dia a gente tem que conseguir fazer essa mulher parar com isso.
Tá, querida, você é sarada, forte, máscula. Mas chega, cara.
Não é bonito, não é legal, não é agradável.
Eu vejo mais a virilha dessa senhora do que a minha.
Acho bem deselegante.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Happy Birthday to Me!

Caguei para a ética, moral e noção. Mostra como faz, Marilyn:


Hoje é meu aniversário e não tô nem aí se vocês acham errado postar isso aqui.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Nem morto.

Uma mulher morreu atingida pelo caixão do marido.

Alguém mais percebeu a ironia e o egoísmo deste homem, mesmo depois de morto?

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Plantão de inutilidades do Jesus de Suspensórios

Notícia #1: Jesus ajuda Gerard Butler a parar de fumar. Por quatro horas. - Achei essa mais que sensacional. Bem engraçadinho, o rapaz. O comentário final é bem o tipo de coisa que eu diria.
Notícia #2: Jude Law está ficando cada vez mais careca. - Caguei. Continuarei dizendo sempre: Faria com chantilly, calda de chocolate quente e uma cerejinha no topo. Sabe aquelas cerejas (não em calda, peloamordobomdeus, odeio aquilo) com cabinho? Então, uma dessas.
Notícia #3: Beth Goulart e o irmão, Paulo Goulart Filho, fazem um casal em uma peça. Com cenas de sexo. Entre irmãos. Tá que são atores, mas são irmãos. Irmãos. Isso deveria ser ilegal. - O link já disse tudo. Essa me deixou bem assustada.
Notícia #4: Avril Lavigne não sabe cantar. - Tá, essa não é novidade para ninguém, mas esse vídeo me espantou.